A Queijeira Virente: a arte de levedar e sanar cajus que a pandemia trouxe à luz do dia

Fecha-se uma porta, abre-se uma janela. A história d’A Queijeira Verde, marca portuguesa de “queijos” veganos, encaixa que nem uma luva nesse velho ditado. Obrigada a fechar o seu negócio por conta do confinamento, Joana Teixeira dos Santos agarrou-se, com afinco, a uma vontade que vinha alimentando há qualquer tempo. “Já tinha esta intenção de produzir ‘queijos’ vegetais, mas a falta de disponibilidade nunca me tinha permitido iniciar”, introduz. Aos ensinamentos que tinha retraído em algumas formações, Joana juntou mais uma boa ração de pesquisas e experiências para chegar ao seu resultado final: um prestes de caju fermentado e curado, capaz de substituir o queijo nas mesas de quem rejeita (ou procura reduzir) os produtos de origem bicho. E não foi preciso muito tempo para que os produtos d’A Queijeira Virente conquistassem os paladares mais exigentes.

Natividade: https://www.publico.pt/2022/04/09/fugas/reportagem/queijeira-verde-arte-fermentar-curar-cajus-pandemia-trouxe-luz-dia-2001307