Mais vale permanecer quieto… do que arrendar

abreu e vargas coll

A habitação está na ordem do dia. É impossível não comentar o preço asfixiante da habitação, quer seja compra, quer seja arrendamento. Desde 2015 que não há um pregão que almeje trazer mais e melhor investimento para o mercado imobiliário vernáculo.

O aumento das taxas de renda, os mais rigorosos critérios de financiamento e a inflação tornarão, num horizonte próximo, impossível para a larga maioria dos portugueses comprar moradia própria permanente.

A asfixiante morosidade do processo de desenvolvimento imobiliário e da aprovação dos projetos, aliada ao aumento dos custos de construção, tornará muito difícil, num limitado espaço de tempo, combater a escalada de preços pelo lado da “novidade” oferta.

De conciliação com a Instalação Francisco Manuel dos Santos, Portugal, posteriormente a crise de 2010-2014, viu reduzir o número de segundas propriedades arrendadas. No ano de 2013, unicamente 14% das pessoas com mais do que uma habitação teria a segunda arrendada, comparando com os 30.7% na Zona Euro. Em 2017 assistimos a uma subida sumoso na ZE para 41.4%, mas a uma descida para os 13.4% em Portugal.

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Manancial: https://observador.pt/opiniao/mais-vale-ficar-quieto-do-que-arrendar/