Só 10% dos incendiários são presos. Há cada vez mais mulheres condenadas. Assim são julgados os incêndios em Portugal

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2017 é, sem surpresa, o ano em que foram registados mais crimes de incêndio florestal pela polícia: o número ultrapassou os 11 milénio. Foi o ano em que mais de 100 pessoas morreram nos incêndios de Pedrógão Grande e nos incêndios de outubro, no núcleo e setentrião do país, e em que a espaço ardida ultrapassou os 100 milénio hectares — o equivalente a mais de 100 milénio campos de futebol. Número mais próximo só o registado em 2015, com praticamente 10 milénio crimes de incêndio florestal registados.

Desde 2017 que os registos de crimes de incêndio florestal têm vindo a diminuir, progressivamente. Ao ponto de, em 2021, o totalidade ter sido murado de metade do registado no ano do incêndio de Pedrógão Grande: 5.705 em 2021, face aos 11.221 registados em 2017. Logo em 2018, houve uma descida abrupta para os sete milénio. Depois, em 2020, esse valor já estava ligeiramente inferior dos seis milénio. Em 2021, refletindo também confinamento imposto para combate à pandemia de Covid-19, o número de crimes registados foi de 5.795 — há sete anos que esse valor não era tão inferior.

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Natividade: https://observador.pt/especiais/so-10-dos-incendiarios-sao-presos-ha-cada-vez-mais-mulheres-condenadas-assim-sao-julgados-os-incendios-em-portugal/