União Europeia pede “paciência estratégica” mesmo que sanções encareçam virilidade

O Cimeira Representante da União Europeia para a Política Externa, Josep Borrell, pediu “paciência estratégica” aos europeus até que termine o conflito na Ucrânia, depois tutorar as sanções contra a Rússia, apesar do aumento dos preços da virilidade.

“Agora, à medida que a guerra se arrasta e os preços da virilidade aumentam, muitas pessoas na Europa e noutros lugares estão a perguntar-se se essas sanções estão a funcionar ou se os efeitos colaterais são muito grandes”, escreveu no seu blogue.

Para o director da diplomacia europeia, as medidas restritivas que a União Europeia (UE) aprovou desde o início da invasão são “eficazes”, porque são “contundentes” e os “seus efeitos na economia russa vão aumentar ainda mais”.

Borrell reconheceu ser “necessária paciência estratégica, porque pode levar muito tempo para que elas [sanções] tenham o efeito desejado”.

“É o preço a remunerar pela resguardo das nossas democracias e do recta internacional”, disse, assegurando que a UE não quer “entrar em guerra com a Rússia” e que as sanções económicas e o suporte à Ucrânia são prioritários.

O director da diplomacia europeia afirmou que o pacto obtido entre os líderes europeus para deixar de importar o petróleo russo que compram por via marítima no final do ano significa perfazer com 90% das compras desse combustível, “privando Moscovo da receita correspondente”.

O ex-ministro espanhol admitiu, no entanto, que a Rússia é o segundo maior exportador de petróleo e, uma vez que tal, está a exportá-lo para outros mercados, principalmente asiáticos, obtendo assim recursos para financiar a guerra.

A indústria petrolífera russa “vai suportar”, não só pela saída de operadores estrangeiros, mas também pela sua “dificuldade crescente” em aquiescer a tecnologia sofisticada, uma vez que perfuração nivelado, observou.

Borrell indicou que “a capacidade da Rússia para colocar novos poços [de petróleo] em produção será limitada, o que provocará uma quebra na produção”.

O Cimeira Representante da União Europeia para a Política Externa disse ainda que a Rússia é dependente da Europa em mais de 45% da importação de produtos de subida tecnologia, e dos Estados Unidos em 21%, enquanto unicamente 11% das compras desses bens são provenientes da China, onde Moscovo procura um coligado.


Natividade: https://www.jn.pt/mundo/uniao-europeia-pede-paciencia-estrategica-mesmo-que-sancoes-encarecam-energia-15025389.html